Amizade. Alegria. Sonhos. Amor. Confiança. Decepção. Tristeza. Desesperança...
Serão esses sentimentos pertencentes a um fatídico ciclo da
vida humana?
São tantas indagações e incertezas... Tantos sonhos e
desejos... Tantas dores e alegrias... Tantas conquistas e derrotas...
E
apenas uma vida para sentir, viver, enfrentar e vencer todas esses
desafios!
Não podemos ser quem queremos... Na verdade, como diz a canção
dos Engenheiros, "somos quem PODEMOS ser."
Sim, beleza... Mas e daí?!!!
Será que ao menos somos quem podemos? Na realidade dos fatos, quem podemos
ser?
São tantas indagações e incertezas... Tantos sonhos e desejos...
Tantas dores e alegrias... Tantas conquistas e derrotas...
E apenas uma
vida para sentir, viver, enfrentar e vencer todas esses
desafios!
Amizade. Alegria. Sonhos. Amor. Confiança. Decepção. Tristeza.
Desesperança...
Serão esses sentimentos pertencentes a um
fatídico ciclo da vida humana?
terça-feira, 13 de novembro de 2012
terça-feira, 10 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
meu amor!
Meu amor, basta ouvir a entoação. Repara, quando digo “meu amor” digo-o de forma diferente de “meu amor”. É bem claro, se digo “meu amor” não digo “meu amor”. Entendes, meu amor? “Meu amor” chamo a quem gosto e por quem tenho estima. Já “ meu amor”… não. Não chamo a ninguém. Devo ter chamado “meu amor” a duas pessoas na minha breve vida, mas não volto a fazê.lo. Não. Fechei quem de direito à chave e não volto a abrir. Acabou. Acabou e não há mais “meu amor” para ninguém. Fico com os “meus amores”. Pessoas de quem gosto e pelos quais tenho uma leal estima e que vão deixando marcas…marcas bonitas de serem sentidas. Entendes, meu amor?
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Que fazer quando a consciência não se cala, quando já não suportamos mais uma certa podridão que sentimos cá dentro, quando todos os argumentos que desenhámos já não nos dão sossego, quando nos assalta uma amargura infinita e vemos em nós um monstro?Chega um momento em que sentimos necessidade de um banho interior que nos limpe, de um fogo que nos purifique. Que fazer? Existirá uma coisa assim, capaz de tocar o intocável? Haverá uma solução que impeça o desespero? Existirá qualquer coisa que torne possível começar realmente uma vida nova? Pode-se voltar a ser criança, ter de novo os olhos limpos?
Mais uma vez eu tropecei com uma verdade que não compreendi. Julguei-me perdido, julguei descer ao fundo do desespero e, uma vez aceite a renúncia, conheci a paz. Parece que naqueles momentos nos descobrimos a nós próprios e nos tornamos nossos amigos. Nada mais poderia prevalecer contra um sentimento de plenitude que satisfaz em nós não sei que necessidade essencial, que desconhecemos.
Subscrever:
Mensagens (Atom)